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OAM

 

A audição do arguido Armando Ndambi Guebuza prossegue no Estabelecimento Penitenciário Especial da Máxima Segurança da Machava, vulgo “B.O”.
Durante interrogatório, Ndambi Guebuza não confirma ter custeado as viagens para Abu Dhabi e nega ter trabalhado para Privinvest.
Contudo, aceita ter recebido um documento para tratar visto de residência em Abu Dhabi, onde refere que era mecânico hidráulico, o que, a seu ver, não é ilegal.
Outrossim, confrontado com extratos bancários, onde menciona-se a compra de casas, carros, pagamento de viagens e transferências de valores para outras contas, o arguido Armando Ndambi Guebuza, confirmou que aplicou o dinheiro, mas disse que preferia não comentar sobre o assunto.
Confirmou a recepção de valores nas suas contas da África do Sul resultante de outras parcerias que tinha com Jean Boustani, mas que não podia revelar em sede do tribunal.
Num tom de desabafo, Ndambi Guebuza, acusou o Ministério Público de não ter sido sério com o processo.
“O Ministério Público não foi sério com este processo. Eu sou inocente até que se prove o contrário. Mas eu fui considerado criminoso após ser preso. Eu fui exposto a nível internacional. Não estou a dizer que alguém é culpado, só estou a falar da forma como a PGR agiu, estou a aproveitar este momento para desabafar sobre este assunto que já me persegue há três anos”, disse visivelmente agastado Armando Ndambi Guebuza.
Brevemente, será convidado o Ministério Público para continuar com as suas questões.